terça-feira, 17 de abril de 2018

O Fantasma do Fragata

Estádio General Nicolau Fico. Foto menor, Centro de inegração do Mercosul. (Fonte: Álbum Estádios)


2009. (Fonte: Anotando Futebol)


Sem o ano. Mortosa era o técnico. (Fonte: Anotando Futebol)

1966. Em pé: Cascudo – Onete – Sérgio – Noredin - Osmarino, e Betinho. Agachados: Paraguaio – Gilnei – Lelo - Wilson Carvalho e Dias. (Fonte: Anotando Futebol)(Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2005. Em pé: Fábio Amaral – Lovato – Xexo – Goico - Marcio Abrão - Paulo Roberto – Vanderlei – Miro – Evanor - Paulo Sérgio - Vagner e Janir. Agachados: Palhinha – Macedo – Gaucius - Luis André – Claiton – Tedy – Douglas – Gil - Edenilso e Massei. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em Pé: Alex Figueiredo - Michel Gomes – Cirilo - Cleiton e Roger.
Agachados: Dido – PC - Leandro Guerreiro – Adãozinho - Vagson e Kico. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em pé: Evanor – Miro – Cirilo – Cleiton - Dido e Alex Figueiredo. Agachados: Paulo Cesar – Manga - Leandro Guerreiro - Michel Gomes e Gil. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2004. Em Pé: Renato - Michel Gomes – Evanor - Cirilo e Alex Figueiredo. Agachados: Leandro Guerreiro – Dido – Vagson - Manga e Cleiton. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

2001. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1997. Em pé: Eduardo – Afonso – Pablo – Sandro - Júlio Cesar e Fábio.
Agachados: Alexandre - Paulo Peter – Edinho - Mussa e Henry. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1997. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1996. Em pé: Murilo – Rafael – Hélio – Alessandro - Mozo e Agnaldo. Agachados: Elton Livramento - Paulo Peter – Manga - Paulo Alexandre e Délcio.
(Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)

1981. Em pé: Beto – Bastos – Becão – Walter - Dilson e Reginaldo. Agachados: Paulinho – Fernando – Floriano - Jorge e Plínio. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1967. Time 3°colocado no Campeonato Gaúcho e Campeão do Interior. Em pé: Cascudo - Noredim - Caramuru - Osmarino e Betinho. Agachados: Noel - Gilnei - Paraguaio - Lelo - Wilson Carvalho e Dias. O treinador desse timaço era o capitão Hugo Romeu. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1966. Em pé: Cascudo – Onete – Sérgio – Noredin - Osmarino, e Betinho. Agachados: Paraguaio – Gilnei – Lelo - Wilson Carvalho e Dias. (Fonte: Anotando Futebol)

1962. Oscar Urruty – Cascudo – Paulinho – Noredin - Artêmio e Setembrino. Agachados: Lelo – Raimundo - Ney Silv -, Wellington e Macalé. (Foto: César Freitas)


Em pé da esquerda para a direita: Onete – Edelfo - Luiz Carlos – Setembrino - Noel e Valério. Agachados: Celso – Lelo – Welington - Canhoto e Ney Silva. (Foto: Arquivo de César Freitas)


Sem o ano. Nóia, Longa e João Francisco. (Foto: Acervo do Futebol de Pelotas)


1950. Terceiro colocado no Campeonato da Cidade. (Fonte: Revista do Esporte)


Lance de um clássico Brasil X Farroupilha, nos anos 1950. (Foto: Arquivo de Nelci Jambeiro)


Torcida do Grêmio Atlético Farroupilha provavelmente no final dos anos 50. (Fonte: Aequivo de Nelci Jambeiro)

Vendo essas duas fotos pude identificar o caríssimo Jambeiro, que por muito tempo jogou no Farroupilha, com Valério, Valdoma, Breno, Dario, Lelo, Canhoto e Spilmann, entre outros. Não só por ter jogado futebol, porém com ele servi seis anos, no então 9º RI.

Na primeira foto aparece isolado de frente para a trave, na segundo esta em meio à torcida em pé e fardado com quepe na cabeça e seu sorriso indefectível, provavelmente já terceiro sargento. Serviu também muitos anos com meu pai, na época subtenente Floribal Farias Teixeira.

Grande Jambeiro, um homem simples e alegre que tinha a música no coração e fala ligeira. Grande Jambeiro, que lástima que depois que solicitei meu desligamento do Exército nunca mais tenha visto este então sargento da Banda do Regimento, mas ficou a lembrança que eu sempre carrego das pessoas dignas que passaram pela minha vida.

Grande Jambeiro que abrilhantava os carnavais no "Aguenta se Puder".
Mesmo por foto fico emocionado em rever meu caríssimo irmão de farda e amigo do peito. Muita emoção. Grande Jambeiro. 

Fiquei tão emocionado ao ver o caríssimo Jambeiro que até esqueci de deixar um grande abraço ao Nelcy Jambeiro Filho e dizer o quanto admirava o seu pai, tanto como jogador, como músico e como camarada de armas.

Um outro detalhe. O último jogador que está quase embaixo da trave deve ser o Paulo de Souza Lobo, o "Galego". A foto por ser antiga não é nítida, porém com quase certeza seria ele. (Professor Pedro A. C. Teixeira)



Os jogadores festejam a conquista do Campeonato Farroupilha, em 1935, na Timbaúva, em Porto Alegre, frente o Grêmio. (Fonte: Cacellain)

Moldura existente na sede do G.A. Farroupilha, com os campeões gaúchos de 1935. (Foto: Súmulas Tchê)



1935. O Regimento, de Pelotas, campeão farroupilha. (Fotos: Acervo do Futebol de Pelotas)


Foi no domingo, dia 27 de outubro de 1935, há 83 anos, portanto.
Terceiro e último jogo decisivo daquele Campeonato Gaúcho, em Porto Alegre. O título ficou com o Grêmio Atlético 9º Regimento de Infantaria, de Pelotas, após vitória sobre o Grêmio Porto-alegrense por 2 X 1.

Russinho fez o gol do Grêmio. Cerrito e Cardeal, os do quadro pelotense na "negra", já que cada time havia vencido uma.

O 9º Regimento, devido a este título, em 1943, trocou de nome. Passou a se chamar Grêmio Atlético Farroupilha, numa homenagem a sua maior conquista, até hoje.

Mudança esta, imposta por uma norma do Presidente Getúlio Vargas que proibia clubes esportivos de terem nomes de entidades militares.


O Grêmio, campeão citadino daquele ano, queria muito o título estadual, pois o vencedor seria aclamado o “Campeão Farroupilha” (alusivo ao 1º Centenário da Revolução de mesmo nome) e esta láurea valeria por cem anos, ou seja, até 2035.


O ETERNO OUTUBRO NAS LEMBRANÇAS FARROUPILHAS

Por: Henrique König

1935 foi um ano especial. No carnaval, a regulamentação dos desfiles no Rio de Janeiro e o primeiro título ficando com a Portela, com a Estação Primeira de Mangueira como vice. Nos Estados Unidos, nasciam o músico Elvis Presley e o cineasta Woody Allen.

O alemão Hans Spemann venceu o prêmio Nobel por suas pesquisas sobre a influência das células em tecidos e órgãos. Outro alemão, contra o nazismo, Carl von Ossietzky recebeu o Nobel da Paz.

Apesar da luta do jornalista pelo pacifismo, a Alemanha, então de regime nazista, caçava à cidadania alemã de judeus e proibia o casamento entre os perseguidos e os alemães. A Itália, fascista, invadia cruelmente o país africano Etiópia.

No campo da literatura, tínhamos as primeiras aparições da série Luluzinha. Monteiro Lobato lançava três obras e o poeta português Fernando Pessoa veio a falecer em novembro.

Antes de novembro, porém, o marco na história do futebol gaúcho, no ano de centenário da Revolução Farroupilha. O Campeonato do Rio Grande do Sul foi disputado em outubro. O combinado, inclusive pelo então governador Flores da Cunha, seria de que o vencedor seria declarado como campeão por 100 anos.

No ano de 1934, o Farroupilha, então 9º Regimento de Infantaria foi muito prejudicado pela arbitragem na final contra o Internacional, perdeu por 1 a 0 e prometeu retornar ao estadual para sair de vez com a taça inédita. Feita a promessa, o ano de 1935 prometia fortes emoções aos torcedores do clube.

Nas preliminares, o Grêmio Atlético 9º Regimento passou pela zona litoral, quando derrotou o São Paulo de Rio Grande em duas oportunidades. 2 a 0 em Pelotas, com gols de Coruja e Cardeal. Novo placar de 2 a 0 em Rio Grande, com gols de Cerrito e novamente Coruja.

Após, em 6 de outubro, passou pelo Rio Branco de Santa Vitória por 6 a 3, com gols de Bichinho (3), Cerrito, Coruja e Itararé para os pelotenses. Assim, o 9º Regimento de Infantaria venceu os adversários da zona litoral e conseguiu índice para disputar o Gauchão em Porto Alegre.

Depois de fazer um elástico 8 a 3 sobre o Guarani de Bagé, o Novo Hamburgo caiu no caminho de nossos campeões na fase semifinal da competição. A partida foi realizada em 17 de outubro de 1935 no estádio dos Eucaliptos e terminou em 3 a 2 para o 9º Regimento, com gols de Bichinho (2) e Celistro.

Na outra semifinal, o Grêmio Porto Alegrense aplicou 6 a 0 no Grêmio Santanense para ir à grande decisão. Com os mandos todos em Porto Alegre, o tricolor era o favorito e queria sacramentar a temporada especial, após já ter vencido grenais.

A primeira partida encaminhou o favoritismo, com uma vitória dos gremistas por 3 a 1, em 20 de outubro. A revanche veio na segunda partida, com um marcador de 3 a 0 para os pelotenses, em gols de Gasolina, Bichinho e Cerrito, ainda na etapa inicial da tarde de 24 de outubro.

No regulamento, constava a decisão como uma série melhor de três. Após uma vitória para cada lado, o jogo-extra foi marcado para 27 de outubro de 1935.

O 9º Regimento foi a campo com goleiro Brandão, os defensores Jorge e Chico Fuleiro, os meias Ruy (Folhinha), Itararé e Celistro e os atacantes Birilão, Bichinho (Coruja), Cerrito, Cardeal e Gasolina. 

O quadro pelotense venceu o duelo derradeiro por 2 X 1, com o lendário Cardeal marcando o primeiro e o gol do título sendo anotado por Cerrito, o mito. Um público de cerca de 15 mil torcedores assistiu ao feito no estádio Timbaúva, hoje local de uma rede de supermercados na capital gaúcha, no bairro Santa Cecília.

Com uma enorme festa dentro de campo e os louros colhidos em presença de autoridades do Rio Grande do Sul, o Grêmio Atlético 9º Regimento sagrou-se campeão Farroupilha, título que rebatizou o clube após proibição da primeira nomenclatura durante o governo de Getúlio Vargas, em 1941.

A imagem é de um quadro, exposto até hoje na sede do Grêmio Atlético Farroupilha. A eufórica torcedora Vilma Machado de Brito prestou sua homenagem ao narrar o que viu na chegada do 9º Regimento, após a conquista válida por 100 anos, ao Porto de Pelotas. A pintura, conforme suas descrições, foi feita pelo artista Saulo Moraes.


Ficam os agradecimentos às fontes de pesquisa para este texto: edições do jornal Diário Popular de outubro de 1935 e o Blog do Fantasma, atualizado pelo jornalista e ex-assessor do Farroupilha, Leandro Lopes. (Fonte: Pagina Oficial do Grêmio Atlético Farroupilha)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Campeões estaduais 2018

Sobradinho Esporte Clube, campeão do Distrito Federal.



Sport Clube Corinthians, campeão paulista.

Botafogo de Futebol e Regatas, campeão carioca.

Esporte Clube Bahia, campeão baiano.

Ceará Sporting Club, campeão cearense.

Atlético Paranaense, campeão do Paraná.

CSA, campeão alagoano.

Serra, campeão capixaba.



Cuiabá, campeão do Mato Grosso.


Operário, campeão do Mato Grosso do Sul.

Clube do Remo, campeão paraense.


Manaus Futebol Clube, campeão amazonense.


Botafogo, campeão da Paraíba.

Náutico, campeão pernambucano.

Figueirense, campeão de Santa Catarina.


Moto Clube, campeão maranhense.

Rio Branco, campeão acreano.

sábado, 10 de março de 2018

Futebol de Guaíba-RS


Histórico

Berço da Revolução Farroupilha, Guaíba está a 30km da Capital, Porto Alegre. Fica à margem direita do lago Guaíba, e apresenta condições de logística favoráveis para empreendimentos que visam atender ao Mercosul com produtos e serviços de qualidade internacional. Em Guaíba encontram-se empresas de grande importância para a economia nacional.

A cidade foi palco de grandes momentos da história rio-grandense, como confrontos entre índios e colonizadores, além de ter sido ponto de partida para a tomada de Porto Alegre, no dia 20 de setembro de 1835.

O Rio Grande do Sul é uma grande mistura de povos e Guaíba não é diferente.

Em 1857, a Igreja Nossa Senhora do Livramento foi fundada por alvará imperial de Dom Pedro II, em terreno doado por dona Isabel Leonor. A elevação da Capela do Distrito das Pedras Brancas à condição de Freguesia marca o processo de transformação da antiga fazenda em vila.

O início do processo de urbanização se deu no ano de 1860, em que começaram as primeiras demarcações de lotes com os respectivos nomes de ruas. 1926 marcou a emancipação política do então Nono Distrito de Porto Alegre – Pedras Brancas. 

O município, criado em 14 de outubro de 1926, foi batizado de Guaíba, em homenagem ao Lago Guaíba. Segundo Teodoro Sampaio, a palavra Guaíba é de origem tupi (gua-ybe) e significa “baía de todas as águas”.

O desejo de emancipação expressou o sentimento de autossuficiência econômica e política. Guaíba foi criada pelo Decreto 3.697, de 14 de outubro de 1926, do então presidente do Estado Borges de Medeiros.

Turismo

Guaíba é conhecida pela sua beleza natural e dispõe de uma orla, localizada no centro da cidade, com um trecho de Mata Atlântica, coisa que poucos ambientes urbanos tem. Por isso, nossa cidade é o lugar ideal para quem busca um local tranquilo e próximo a capital do Estado, em que se possa aproveitar a natureza. 

Guaíba também é bastante reconhecida como espaço histórico, o Berço da Revolução Farroupilha dispõe de prédios e espaços históricos para visitação.
Casa de Gomes Jardim – Construída em fins do século XVIII, era sede da Estância de Gomes Jardim no período da Revolução Farroupilha.

São Francisco, campeão municipal de 2017. (Foto: Times do RS)
E.C. Horizonte, 2015. (Foto: Times do RS) 

Time Black Show, início dos anos 2000. Funilaria Athayde. (Foto: Neimar Duarte – História de Guaíba)


Drink Team em torneio da Riocell – 1998. (Foto: Henrique Nunes - História de Guaíba)

Cerâmica Decorite, campeão dos jogos do SESI, no final dos anos 90. (Foto: Gelson de Leon – História de Guaíba)

Time de Futsal do Clube União dos Veteranos, campeão citadino, década de 80. Em pé: Luiz Sasso - Mauro Rutkoski - Zé Sasso - Renato Quadros - Paulo Varella e Clovis. Agachados: Sérgio Osso - China(falecido) - Leandro e Gastãozinho. (Foto: Acervo Paulo Varella - História de Guaíba)


Este era o time 20 de Setembro que representou Guaíba no futsal nos anos 80. (Foto: Acervo de Francisco Caldas - História de Guaíba)


Time da Prefeitura Municipal, 1970. (Foto: Acervo de Matheus Ribeiro Flores – História de Guaíba)


 Itapui, 1970. (Foto: Acervo de Gilson Ávila - História de Guaíba)

Itapui, 1966. (Foto: Acervo de Ortelino Guimarães da Silveira - História de Guaíba)


Celupa, 1966. (Foto: Acervo de Denilson Fernandes)

Celupa, 1966. (Foto: Acervo de João Carlos Rosa - Futebol de Guaíba) Fernandes)

Celupa, 1966. (Foto: Acervo de Denilson Fernandes)

E.C. Itapuí, década de 1950. (Foto: Acervo de Márcio Crestani - História de Guaíba)

E.C. Itapuí, campeão municipal de 1950. Em pé: Larré (de terno) - ??? - Gastão Jardim - Juca Lessa - Paulo Scalco - Lince Lessa - Batoque (de boina) - Elzo Jardim (de terno). Os outros não tem identificação. (Foto:André Barbosa da Silva - História de Guaíba)


Time do Atlético Clube Madureira, sem o ano. (Marcia Sasso - História de Guaíba) 
 Sem o ano. Time de futebol de campo feminino da Celupa. (Foto: Marcia Sasso - História de Guaíba)

Time do Mixto F. C., sem o ano. (Foto: Acervo Paulo Varella - História de Guaíba)


Time da Embrasa, campeão de futsal regional. (Foto: Acervo de Francisco Caldas – História de Guaíba)

Time de futebol do Pinheiros F.C., sem o ano. (Foto: Acervo Paulo Varella - História de Guaíba)

 Time de futebol de campo, C. R. Riocell, sem o ano. (Foto: Acervo Paulo Varella - História de Guaíba)


Time de Futebol do C. R. Riocell. (Foto: Luiz De Gerone - História de Guaíba)


Time de Futsal da Riocell, sem o ano. (Foto: Felipe Laguna - História de Guaíba)


Time de Futsal do Celupa. Sem o ano. (Foto: Acervo de Francisco Caldas - História de Guaíba)

José Iredes Rocha figura bastante conhecida no Sindicato do Papel e Papelão, e no bairro Coronel Nassuca. Trabalhou na Borregar, Fogões Geral e Celupa como eletricista. Ele jogou como goleiro titular no time da Celupa, São Paulo e Guaíba. (Foto: Acervo de Renan Rocha - História de Guaíba)

Sem identificação. (Foto: Patricia Quadros Rodackievicz - História de Guaíba)

Sem identificação. (Foto: Patricia Quadros Rodackievicz - História de Guaíba)

Sem identificação. (Foto: André Lindenmeyer Rodrigues - História de Guaíba)

Foto antiga de um time de futebol. Sem identificação. (Foto: Neimar Duarte - História de Guaíba)